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Monografias, Dissertações e Teses

Fonética
Título Autor Tipo Ano Palavras-Chave Assunto Resumo
A PALATALIZAÇÃO DAS OCLUSIVAS DENTOALVEOLARES ANTES DE [I] NO INTERIOR BAIANO Marana de Almeida Moreira Ribeiro Dissertação 2018
AS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS NA FALA DE GOIÁS COM BASE NOS DADOS DO PROJETO ALiB Daiane Silva Souza Dissertação 2018 Vogais pretônicas; Sociolinguística Quantitativa; Dialetologia Pluridimensional; Goiás; ALiB.

O objetivo desta dissertação é analisar a distribuição diatópica das vogais médias pretônicas [e] e [o], em localidades interioranas de Goiás, utilizando o corpus do Projeto Atlas Linguístico do Brasil. Para isso, analisaram-se os dados de oito localidades interioranas de Goiás, que compõem a rede de pontos do ALiB: Porangatu (118), São Domingos (119), Aruanã (120), Formosa (121), Goiás (122), Jataí (124), Catalão (125) e Quirinópolis (126). A amostra da pesquisa foi composta por entrevistas realizadas in loco, com um total de 32 informantes estratificados por sexo (masculino e feminino) e faixa etária (I- 18 a 30 anos e II- 50 a 65 anos). A análise possui como embasamento teórico os pressupostos da Sociolinguística Quantitativa e da Dialetologia e Geolinguística Pluridimensional Contemporânea. A partir dos dados obtidos, pode-se perceber que há, nas localidades analisadas, uma leve predominância das vogais médias fechadas [e] e [o], 58% e 57%, respectivamente. Em relação à distribuição das vogais pretônicas e as áreas dialetais, o estado possui pontos com características do Falar Baiano e do Falar Sulista, considerando a proposta de divisão dialetal de Nascentes (1953). Das variáveis extralinguísticas, o sexo e a faixa etária foram indicados como favorecedores da realização de [e], e, para a realização do [o], apenas a faixa etária foi selecionada pelo programa estatístico Goldvarb X. Quanto às variáveis linguísticas, mostraram-se condicionantes ao uso das vogais médias fechadas: as vogais tônicas, as vogais inacentuadas seguintes, os contextos consonantais precedente e seguintes (por ponto de articulação), e, ainda, a variável linguísticodiscursiva tipo de questionário.

DITONGAÇÃO DIANTE DE -S NO PORTUGUÊS FALADO EM ÁREAS DA BAHIA: DIFERENCIAÇÃO DIALETAL E VARIAÇÃO FONÉTICO-FONOLÓGICA Amanda dos Reis Silva Tese 2018 Ditongação
O APAGAMENTO DO RÓTICO NA (RE)ORGANIZAÇÃO SILÁBICA Aline de Jesus Farias Oliveira Dissertação 2018
OS RÓTICOS EM CODA SILÁBICA EXTERNA: O INTERIOR DA REGIÃO SUL NO PROJETO ALIB Ingrid da Costa Oliveira Dissertação 2018
A REALIZAÇÃO VARIÁVEL DA LATERAL PÓS-VOCÁLICA /l/ EM COMUNIDADES BAIANAS DO PROJETO ATLAS LINGUÍSTICO DO BRASIL (ALiB) Robevaldo Correia dos Santos Dissertação 2017
A REALIZAÇÃO DA FRICATIVA ALVEOLAR EM CODA SILÁBICA NO PORTUGUÊS BRASILEIRO E NO PORTUGUÊS EUROPEU – ABORDAGEM GEOLINGUÍSTICA. Alessandra Bassi Tese 2016
PELAS VEREDAS DO /R/ RETROFLEXO. Hélen Cristina da Silva Tese 2016
A VARIAÇÃO DO /R/ PÓS-VOCÁLICO EM CODA INTERNA NO NORTE DO BRASIL: UM ESTUDO GEOSSOCIOLINGUÍSTICO Fernanda Analena Ferreira Borges da Costa Dissertação 2015
A DITONGAÇÃO EM SÍLABAS FECHADAS POR /S/ NAS TRILHAS DAS CAPITAIS BRASILEIRAS Amanda dos Reis Silva Dissertação 2014 Amanda dos Reis Silva
A VARIAÇÃO FONÉTICA DO <S> EM TEMPO REAL EM DUAS LOCALIDADES SERGIPANAS - PROPRIÁ E ESTÂNCIA Cláudia Santos de Jesus Dissertação 2014
ANÁLISE COMPARATIVA DO /S/ PÓS-VOCÁLICO NOS DADOS DE ATLAS LINGUÍSTICOS, DADOS DO ALIB E PESQUISAS SOCIOLINGUÍSTICAS Rosangela de Oliveira Teixeira Monografia 2014
PRETÔNICAS NA LÍNGUA FALADA EM SERGIPE: DADOS DO PROJETO ALiB Paulo Henrique de Souza Lopes Monografia 2013

O presente estudo monográfico tem como eixo de investigação o uso variável das vogais médias pretônicas /E/ e /O/ no português brasileiro. Ao se vincular ao Projeto Atlas Linguístico do Brasil (ALiB), a pesquisa procurou coadunar os pressupostos teóricometodológicos da Dialetologia e da Sociolinguística Quantitativa ou Variacionista, ao se voltar para a “língua” em seu uso real, considerando, pois, um quadro de variação marcado por variantes (abertas/fechadas) que são condicionadas por fatores intra e extralinguísticos. Para a constituição do corpus, foram selecionadas as cidades que compõem a rede de pontos de Sergipe (Propriá, Aracaju e Estância), perfazendo um total de 16 informantes, os quais foram distribuídos, equitativamente, pelos dois sexos, por duas faixas etárias e, na capital, por dois graus de escolaridade. No estudo, foram consideradas as formas previstas no Questionário Fonético-Fonológico (QFF) e as válidas para o Questionário Semântico-Lexical (QSL). O corpus foi submetido ao tratamento estatístico (Goldvarb 2001), de onde foram extraídos os pesos de cada condicionamento, o que permitiu verificar a frequência e a distribuição das variantes. Ao se voltar para a parte nordeste do “falar baiano” (Nascentes, 1953), os dados comprovaram uma forte tendência de abertura das vogais: 62,6% para a variante aberta ; 54,8% para . A variável faixa etária apontou uma provável mudança em curso, visto que são os mais velhos (faixa etária II do ALiB – 50 a 65 anos) os que conservam as variantes abertas na fala. Com exceção de Propriá, a variável sexo evidenciou que os homens fazem um maior uso das variantes menos prestigiadas (vogais abertas). Quanto às variáveis linguísticas, a vogal tônica mostrou-se como forte influenciadora do comportamento das médias pretônicas, sobretudo nos casos em que estão diante de outra vogal de mesmo timbre. Para o abaixamento, as consoantes alveolares e bilabiais foram as mais favorecedoras nos contextos precedente e seguinte. Além de ser objeto de investigação da diversidade de falares brasileiros, tal fenômeno linguístico torna-se precípuo não só pelos índices de variação que apresenta, mas também por ser o mais evidente fato para o estabelecimento de uma proposta de dialetalização do português brasileiro.

AS "AFRICADAS BAIANAS" EM SERGIPE E ALAGOAS Andréa Mafra Oliveira dos Santos Dissertação 2012
AS AFRICADAS BAIANAS EM SERGIPE E ALAGOAS - UM ESTUDO A PARTIR DOS DADOS DO PROJETO ALiB Andréa Mafra dos Santos Dissertação 2012 Palatalização
AS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS NO PORTUGUÊS FALADO NA REGIÃO NORTE DO BRASIL Marcelo Pires Dias Dissertação 2012
O /R/ CAIPIRA NO TRIÂNGULO MINEIRO: UM ESTUDO DIALETOLÓGICO E DE ATITUDES LINGUÍSTICAS Hélen Cristina da Silva Dissertação 2012
O DITONGO /EJ/ NAS CAPITAIS DO NORTE DO BRASIL: UM ESTUDO GEOSSOCIOLINGUÍSTICO Williane Brasil dos Santos Dissertação 2012
VARIAÇÃO DAS OCLUSIVAS ALVEOLARES NO FALAR PARAENSE Cyntia Godinho Dissertação 2012
A PALATALIZAÇÃO DA FRICATIVA EM CODA SILÁBICA NO FALAR FLORIANOPOLITANO E CARIOCA: UMA ABORDAGEM FONOLÓGICA E GEOLINGUÍSTICA Alessandra Bassi Dissertação 2011
COMO SE ASPIRA O /S/ POR LÁ, ANARINA? Ronaldo Pelicioli Dissertação 2011 Sociolinguística. Dialetologia.
COMO SE ASPIRA O /S/ POR LÁ, ANARINA? Ronaldo Pelicioli Dissertação 2011
APÓCOPE DAS VOGAIS ÁTONAS /I/ E /U/ EM DUAS LOCALIDADES DO CENTRO SUL BAIANO: BECO E SEABRA Maria do Carmo Sá Teles de Araujo Rolo Dissertação 2010
O COMPORTAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS NO ESPÍRITO SANTO Shirley Vieira Dissertação 2010 Shirley Vieira
VARIAÇÃO DO /S/ POSVOCÁLICO NOS DADOS DO ALIB-NORTE Daniela Silva de Oliveira Monografia 2010
A DISTRIBUIÇÃO GEO-SOCIOLINGÜÍSTICA DAS VOGAIS MÉDIAS PRÉ-TÔNICAS NO ESTADO DO PARÁ Edinaldo dos Santos Dissertação 2009
DISTRIBUIÇÃO GEOSSOCIOLINGUÍSTICA DA LATERAL PALATAL /LH/ NOS ESTADOS DO AMAPÁ E PARÁ Maria Eneida Pires Fernandes Dissertação 2009
A RÊNTI TARRA EM CARRA MERMO: A ASPIRAÇÃO DE FRICATIVAS NA FALA DE SALVADOR Ronaldo Pelicioli Monografia 2008
Este trabalho apresenta a análise da realizaçao aspirada do /S/ em coda silábica na
fala das nove capitais do Nordeste, procurando descrever seus condicionantes
intralinguisticos e extralinguisticos. Tomou-se como suporte teorico a sociolinguística
laboviana e a geolinguistica pluridimensional para a realizacão deste trabalho.
Foram ouvidos 72 inquéritos, oito em cada cidade, do Projeto Atlas Linguistico do
Brasil - ALIB, projeto que tem como principal objetivo descrever a realidade
linguistica do portugues do Brasil. Os informantes foram selecionados, igualmente,
quanto ao genero (quatro informantes de cada sexo) quanto a escolaridade (nível
fundamental e universitario) e quanto a faixa etaria (18 a 30 anos-faixa I - e 46 a
61 anos - faixa II). Apos levantamento dos dados, as ocorréncias foram
submetidas ao programa Goldvarb X. Analisados os condicionantes do fenômenos,
pôde-se perceber que o contexto fonologico seguinte, quando sonoro, favorece a
aspiracão, mas ela ocorre tambem em contextos não-sonoros, porem em menor
número. Verificou-se que informantes homens da segunda faixa etaria, de nivel
fundamental foram os mais propensos a realizar a aspiração, assim como os
informantes da cidade Recife. Pode-se, tambem, falar numa difusao lexical de itens
como mesmo, pois ha, neles, maior ocorrencia da variante.
 
A VARIÁVEL (R) POSVOCÁLICA MEDIAL NOS ESTADOS DO AMAPÁ E PARÁ: UM ESTUDO GEOSSOCIOLINGUÍSTICO Celeste Maria da Rocha Ribeiro Dissertação 2008
DISTRIBUIÇÃO GEO-SOCIOLINGÜÍSTICA DO DITONGO <EJ> NO PORTUGUÊS FALADO NO ESTADO DO PARÁ Maria Adelina Rodrigues de Farias Dissertação 2008
A MONOTONGAÇÃO NA LÍNGUA PORTUGUESA DO BRASIL Wérica Micheletti Monografia 2007
IOTIZAÇÃO, PALATALIZAÇÃO E DESPALATALIZAÇÃO: UMA PERSPECTIVA GEOLINGUÍSTICA Silvana Aparecida Morais da Costa Monografia 2007
AS PRETÔNICAS NA BAHIA Paulo Henrique de Souza Lopes Dissertação (Em andamento)
PALATALIZAÇÃO DE /T/, /D/, /N/ E /L/ NO PARÁ Simone Negrão de Freitas Tese (Em andamento)
PROSÓDIA E APAGAMENTO DO R EM CODA SILÁBICA: DESCREVENDO O INTERIOR DA REGIÃO SUL DO BRASIL Ingrid da Costa Oliveira Dissertação (Em andamento) róticos
Morfossintaxe
Título Autor Tipo Ano Palavras-Chave Assunto Resumo
FORMAS DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO NO ESTADO DA BAHIA: UM ESTUDO GEO-SOCIOLINGUÍSTICO TASSILA FERREIRA VALLE GUIMARÃES Dissertação 2018

Esta pesquisa é um estudo sociolinguístico sobre as formas de indeterminação do sujeito no Estado da Bahia, mais especificamente em sete cidades que representam suas respectivas mesorregiões: Barreiras (Extremo Oeste Baiano), Barra (Vale São-Franciscano da Bahia), Vitória da Conquista (Centro-Sul Baiano), Ilhéus (Sul Baiano), Irecê (Centro-Norte Baiano), Alagoinhas (Nordeste Baiano) e Salvador (Região Metropolitana). O presente trabalho utiliza como corpus 28 entrevistas coletadas pelo projeto ALiB (Atlas Linguístico do Brasil) nas cidades supracitadas. Registram-se mais formas de indeterminação do que aquelas prescritas pela tradição gramatical. Com base na teoria laboviana, busca-se analisar o condicionamento de variáveis linguísticas (presença de sujeito lexical, grau de indeterminação, tipos de verbo, tempo e modo verbais, tipos de frase e paralelismo) e fatores sociais (cidades, sexo e faixa etária) em relação às variantes controladas, divididas em três grupos. Submetidos à análise do GoldVarb, os 811 dados coletados mostraram que a forma com maior percentual foi o grupo das formas pertencentes ao grupo 1, em especial o uso do verbo na terceira pessoa do singular, desacompanhado da partícula ‘se’. A análise do peso relativo dessa variante revelou seu favorecimento em falantes da faixa etária 2 e uma tendência ao desfavorecimento entre falantes da faixa etária 1. Na faixa mais jovem há o favorecimento da variante terceira pessoa do plural. Na observação dos tipos de variantes nominais de indeterminação, a faixa etária também foi identificada assim como a variável ‘cidades/mesorregiões’ como fatores condicionantes à escolha de formas nominais do grupo A, constituído por artigo + nome ou pronome indefinido.

O TRATAMENTO DO INTERLOCUTOR NO NORDESTE E NO CENTRO-OESTE, A PARTIR DOS DADOS DO ALiB Ludinalva do Amor Divino Tese 2016 Morfossintaxe
O GÊNERO NA REGIÃO NORDESTE: MORFOLOGIA E ESTIGMA SOCIAL. Élide Elen da Paixão Santana Dissertação 2015
VARIAÇÃO DOS PRONOMES "TU"/"VOCÊ" NAS CAPITAIS DO NORTE Lairson Barbosa da Costa Dissertação 2013 Sociolinguística. Variação. Pronomes de Segunda Pessoa.
ASPECTOS DA HISTÓRIA DA LÍNGUA: UM ESTUDO DIACRÔNICO E SINCRÔNICO DOS PRONOMES OBLÍQUOS TÔNICOS Antonio José de Pinho Dissertação 2012
O USO DO TU E DO VOCÊ NO PORTUGUÊS FALADO NO MARANHÃO Cibelle Béliche Alves Dissertação 2010
VOCÊ OU TU? NORDESTE VERSUS SUL: O TRATAMENTO DO INTERLOCUTOR NO PORTUGUÊS DO BRASIL A PARTIR DE DADOS DO PROJETO ALiB Viviane Gomes de Deus Dissertação 2009 Viviane Gomes de Deus
FORMAS DE INDETERMINAÇÃO NAS REGIÕES BAIANAS Tassila Ferreira Vale Guimarães Dissertação (Em andamento) indeterminação
FORMAS DE TRATAMENTO DO PORTUGUÊS BRASILEIRO (NORTE E SUDESTE) Francieli Motta da Silva Barbosa Nogueira Tese (Em andamento) pronome
O USO DA VARIÁVEL DO ARTIGO DEFINIDO DIANTE DE NOME PRÓPRIO NA BAHIA: UM ESTUDO COM BASE NO CORPUS DO PROJETO ATLAS LINGUÍSTICO DO BRASIL. Bianca Pravatti de Oliveira Sobral Dissertação (Em andamento) artigo
USO VARIÁVEL DO ARTIGO DEFINIDO JUNTO A NOMES PRÓPRIOS NAS MESORREGIÕES DA BAHIA Tassila Ferreira Vale Guimarães Dissertação (Em andamento)
Léxico
Título Autor Tipo Ano Palavras-Chave Assunto Resumo
VOCABULÁRIO DIALETAL DO CENTRO-OESTE: INTERFACES ENTRE A LEXICOGRAFIA E A DIALETOLOGIA - VOLUME I Daniela de Souza Silva Costa Tese 2018
LÉXICO BRASILEIRO EM DICIONÁRIOS MONOLÍNGUES E BILÍNGUES: ESTUDO METALEXICOGRÁFICO DA VARIAÇÃO EM PERSPECTIVA DIALETAL E HISTÓRICA. Anielle Souza de Oliveira Tese 2017
O TABU LINGUÍSTICO NO PORTUGUÊS FALADO NO MARANHÃO E EM GUINÉ-BISSAU Danildo Mussa Fafina Dissertação 2017
VOCABULÁRIO DIALETAL BAIANO Isamar Neiva de Santana Tese 2017
VOCABULÁRIO DO CORPO HUMANO NAS REGIÕES NORTE E SUL DO BRASIL: PERSPECTIVAS SEMÂNTICA E GEOSSOCIOLINGUÍSTICA JULIANY FRAIDE NUNES Dissertação 2017
BRINCANDO PELOS CAMINHOS DO FALAR FLUMINENSE Leandro Almeida dos Santos Dissertação 2016 brinquedos; brincadeiras; Falar Fluminense.
DENOMINAÇÕES PARA "DIABO" NAS CAPITAIS BRASILEIRAS: UM ESTUDO GEOSSOCIOLINGUÍSTICO COM BASE NO ATLAS LINGUÍSTICO DO BRASIL Geisa Borges da Costa Tese 2016
REGISTRANDO O LÉXICO DOS BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS INFANTIS EM MINAS GERAIS Eliana Souza D'Anunciação Monografia 2016
RELIGIÕES E CRENÇAS NA BAHIA: ASPECTOS DO LÉXICO ESPELHADOS NOS DADOS DO PROJETO ALIB Ingrid Gonçalves de Oliveira Dissertação 2016
RELAÇÕES ENTRE LÉXICO E AMBIENTE: UM ESTUDO DA NORMA LEXICAL DO CENTRO-OESTE DO BRASIL PAOLA MAHYRA DE OLIVEIRA CARVALHO Dissertação 2015
ASPECTOS DA VARIAÇÃO LEXICAL NO PROJETO ALiB Josevaldo Ferreira Dissertação 2015
EM BUSCA DE FALARES A PARTIR DE ÁREAS LEXICAIS NO CENTRO-SUL DO BRASIL (Volume Único) Valter Pereira Romano Tese 2015
RELAÇÕES ENTRE LÉXICO E AMBIENTE: UM ESTUDO DA NORMA LEXICAL DO CENTRO-OESTE DO BRASIL Paola Mahyra Carvalho Dissertação 2015
O LÉXICO NOSSO DE CADA DIA NA BAHIA E NO PARANÁ: ACIDENTES GEOGRÁFICOS, FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS, ASTROS E TEMPO Genivaldo da Conceição Oliveira Tese 2014
MENSTRUAÇÃO NA BAHIA: UM ESTUDO EM DOIS TEMPOS DISTINTOS Leandro Almeida dos Santos Monografia 2013
O FALAR AMAZÔNICO: UMA ANÁLISE DA PROPOSTA DE NASCENTES (1953) A PARTIR DE DADOS DO PROJETO ALiB Danyelle Almeida Saraiva Portilho Dissertação 2013
O LÉXICO INDÍGENA NAS CAPITAIS BRASILEIRAS: UM ESTUDO GEOLINGUÍSTICO Daniela de Souza Silva Costa Dissertação 2013
BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS INFANTIS NA ÁREA DO FALAR BAIANO Silvana Soares Costa Ribeiro Tese 2012

A Tese de Doutorado examina a atualidade da divisão dialetal do Brasil, proposta Nascentes (1953), especificamente no que se refere à área do Falar Baiano, e a pertinência dos limites estabelecidos, considera a realidade presente. O autor divide o Brasil em dois grupos de falares, o do (a) Norte e o do (b) Sul, no qual situa o Falar Baiano, e reconhece, ainda, uma área a que denomina território incaracterístico. O trabalho fundamenta-se na Dialetologia e na Geolinguística Pluridimensional Contemporânea. Tem por objetivo demonstrar a variação diatópica identificada a partir dos dados coletados com base na área semântica escolhida. A Tese apresenta um estudo do léxico dos brinquedos e brincadeiras infantis, fazendo registro das variantes lexicais coletadas na amostra para cada um dos artefatos ou atividades lúdicas. Descreve as características gerais de uso e o modo de confecção de cada um deles, assinalando a importância da sua preservação para a cultura popular. Traz resultado da consulta aos dicionários de Houaiss (2002), Ferreira (1999), Aulete (2006) e Cascudo (1954) no que se refere às variantes lexicais documentadas na amostra. Tem como base, para a análise, um extrato do corpus do Projeto Atlas Linguístico do Brasil composto de 244 inquéritos linguísticos. Os informantes, em igual número, são de ambos os sexos, de duas faixas etárias (18 a 30 e 50 a 65 anos) e de dois graus de escolaridade (fundamental incompleto e superior completo). A área geográfica estudada é composta de 57 localidades pertencentes a 11 estados brasileiros, dos quais 5 estão situados na área do Falar Baiano e os demais em regiões fronteiriças. Os resultados obtidos com a aplicação das perguntas referentes aos jogos e diversões infantis são mostrados em gráficos e tabelas contendo a variação encontrada. A variação diatópica está descrita em cartas linguísticas. A Tese vem apresentada em três volumes. No Volume I, constam os capítulos referentes aos pressupostos teóricos adotados, ao Projeto Atlas Linguístico do Brasil, à metodologia aplicada na pesquisa e à análise dos dados coletados. Fecha-se o volume com as Considerações Finais e as Referências Bibliográficas que ampararam o trabalho. O Volume II é formado por um conjunto de 40 cartas das quais 7 são introdutórias, 23 semântico-lexicais, 1 fonética e 9 cartasresumo, estas contendo o traçado de isoléxicas e a delimitação de subáreas dialetais. Do Volume III, constam os Apêndices constituídos pelas listagens de ocorrências das lexias documentadas e da pesquisa lexicográfica e os Anexos. O trabalho atesta a vitalidade do Falar Baiano e sugere a existência de 4 subáreas dialetais.

O RURAL E O URBANO: NOVOS E VELHOS FALARES NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL Luciene Gomes Freitas Marins Dissertação 2012
TABUS LINGUÍSTICOS NAS CAPITAIS DO BRASIL: UM ESTUDO BASEADO EM DADOS GEOSSOCIOLINGUÍSTICOS Vanessa Cristina Martins Benke Dissertação 2012 Léxico. Tabus Linguísticos. Eufemismo. Projeto ALiB. Capitais Brasileiras.
O CAMPO SEMÂNTICO DA ALIMENTAÇÃO E COZINHA NO ATLAS LINGUÍSTICO DO BRASIL - ALiB - UM ESTUDO LEXICAL NAS CAPITAIS Vanessa Yida Dissertação 2011 Alimentação e cozinha. Atlas Linguístico do Brasil. Geolinguística Pluridimensional. Capitais.
VARIAÇÃO LEXICAL NAS CAPITAIS BRASILEIRAS ELIANE OLIVEIRA DA COSTA Monografia 2009
VARIAÇÃO LEXICAL NAS CAPITAIS BRASILEIRAS Eliane Oliveira da Costa Monografia 2009
VARIAÇÃO LEXICAL NAS CAPITAIS BRASILEIRAS Eliane Oliveira da Costa Monografia 2009
VARIAÇÃO LEXICAL EM 21 CAPITAIS BRASILEIRAS Anderson Cidade do Nascimento Monografia 2008
UM ESTUDO LEXICAL SOBRE O CAMPO SEMÂNTICO DA ALIMENTAÇÃO NO ATLAS LINGÜÍSTICO DO BRASIL Vanessa Yida Monografia 2007
A CULINÁRIA NO CORPUS DO PROJETO ALiB: REVISITANDO O FALAR BAIANO Graziele Ferreira da Silva Santos Dissertação (Em andamento)
DENOMINAÇÕES REFERENTES AO NASCIMENTO NA BAHIA E NO AMAZONAS (PERGUNTAS 121 A 131/QSL/ ALIB) Adriana Sousa Dissertação (Em Andamento) Léxico
DO APFB AO ALiB: A FAUNA NA BAHIA, ONTEM E HOJE Thais Dultra Pereira Tese (Em andamento)
OS FRASEOLOGISMOS NO NORDESTE BRASILEIRO Gracielli Fabres de Araújo Tese (Em andamento) fraseologismo